Desemprego

Desemprego desenfreado, milhares de endividados e fábricas fechando no Brasil

Deputado federal Pompeo de Mattos (PDT-RS) demonstrou sua indignação e pediu providências do governo

Barbudinho

BarbudinhoLuiz Henrique Barbudinho, é ativista digital e político, especialista em marketing e redes sociais, é um dos administradores de uma das maiores redes progressistas do Brasil, com alcance superior a 60 milhões de usuários ao mês. Ficou conhecido nacionalmente e internacionalmente depois de ter invadido uma transmissão ao vivo da Rede Globo com uma placa chamando a emissora de "golpista".

07/07/2019 12h21
Por: Redação

Este é o Brasil após 6 meses de um governo que não fez nada pelo seu povo. A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,5% no trimestre de fevereiro a abril, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira. O índice subiu 0.5 ponto percentual em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (12,0%), mas teve uma leve queda de 0.4 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano anterior (12,9%).

O número de pessoas desocupadas chegou a 13,2 milhões, uma alta de 4,4% em relação ao trimestre anterior, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que analisa períodos móveis (novembro, dezembro, janeiro; fevereiro, março e abril etc) e não os trimestres tradicionais. Na comparação com igual período de 2018 ficou estável, segundo o IBGE.

A população subutilizada (28,4 milhões de pessoas) – que agrega desempregados, subocupados por insuficiência de horas (trabalham menos do que gostariam) e força de trabalho potencial (não buscam emprego, mas estão disponíveis) – bateu o recorde da série histórica iniciada em 2012, com alta de 3,9% (mais 1.063 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 3,7% (mais 1.001 mil pessoas) na comparação com igual trimestre de 2018.

Para Pompeo de Mattos “Na economia não temos nada a comemorar. Além dos 11 milhões de analfabetos, estamos com 14 milhões de desempregados, 30 milhões de trabalhadores na informalidade, 60 milhões de pessoas no SPC e o governo insiste em se preocupar com questões menores".

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