Artigo

'A lava jato se tornou uma organização criminosa e vamos lutar por justiça'

Um artigo de Viviane Righetti

08/08/2019 14h05
Por: Redação

O Brasil vive um momento muito difícil, estamos vendo nossa democracia morrer e não podemos cruzar os braços, temos que ter união e lutar.

Este grupo é um GRUPO DE APOIO AO JORNALISTA Glenn Greenwald, um grupo para lutarmos pela liberdade de imprensa, pela justiça e democracia. Sou uma Lulista fanática , conheço Lula pessoalmente,e a injustiça que estão cometendo com ele me dói o coração, mas o grupo não é para fazer campanha para Lula , para Ciro Gomes ou qualquer outro político. Quero muito LULA LIVRE, Vocês não tem noção o quanto sofro e rezo pela liberdade de Lula, sendo assim participo de grupos que lutam por Lula, e acredito que todos devem participar e exigir Lula Livre. Quanto aos Ciristas digo o mesmo, por favor participem de grupos que apoiem Ciro Gomes, aqui é um grupo de apoio a Glenn Greenwald e não vamos permitir campanha política nesse grupo, queremos a verdade, queremos que Sergio Moro seja afastado do cargo e preso. A LAVA JATO SE TORNOU UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA E VAMOS LUTAR POR JUSTIÇA, ASSIM QUE ESSE GRUPO ATINGIR 500 MIL MEMBROS OU MAIS, vou marcar atos, vamos para as ruas em defesa da democracia. Vamos lutar meus amigos, sem união não chegaremos a lugar nenhum. As postagens devem focar na proposta do grupo que é apoio a Glenn Greenwald, tudo que fugir do foco será excluido..

Para aqueles que me perguntaram.......... O marido do Glenn Greenwald, David Michael Miranda esta no grupo, Jandira Feghali esta no grupo e Glenn Greenwald já postaram no face dele um agradecimento a todos do grupo. Portanto vamos seguir apoiando Glenn, apoiando a liberdade de imprensa e principalmente apoiando a Democracia. ADICIONEM SEUS AMIGOS...

O GRUPO DE APOIO AO JORNALISTA GLENN GREENWALD, não tem vínculo com nenhum partido político, nenhum dos administradores e moderadores estão recebendo nenhum centavo para apoiar o jornalista, a liberdade de imprensa e a Democracia em nosso país.

Estamos com mais de 230 mil membros no grupo, temos muito trabalho, muitos de nós passam noites sem dormir para organizar o grupo porque abraçamos uma causa e lutamos por justiça. 

Lutamos por um país justo, democrático, lutamos por nós, lutamos por nossos filhos, nossos netos , as futuras gerações que com certeza merecem viver em um país democrático, não em uma ditadura em que jornalistas são perseguidos e ameaçados. Lutamos para assegurar a nossa liberdade de expressão, não podemos ficar reféns de um bando de malucos que esta governando o país. Um Presidente despreparado, que não respeita o povo, que em 7 meses de governo só fala e faz bobagens. Um presidente que foi eleito com mais de 57 milhões de votos e esta destruindo o Brasil, tirando os direitos dos trabalhadores e governando para beneficiar empresários e beneficiar seus filhos. Bolsonaro é um capacho de Trump, e todos os dias afronta o povo brasileiro. Em 7 meses de governo Bolsonaro não percebeu que a eleição acabou e que ele foi eleito Presidente não só para governar para uma parte da população. Bolsonaro não pode continuar agredindo aqueles que discordam das suas ideias insanas. Bolsonaro é machista, homofóbico, racista , idolatra torturadores e não respeita a constituição. 

Portanto peço a todos que adicionem seus amigos ao grupo, vamos nos unir e lutar pela democracia, pela liberdade de imprensa e liberdade de expressão. Vamos nos unir e apoiar Glenn Greenwald . 

Glenn é um jornalista sério, premiado e através do seu trabalho estamos finalmente sabendo a verdade, estamos podendo constatar que a LAVA JATO comandada pelo juíz, agora ministro Sergio Moro se transformou em uma organização criminosa. Só o povo tem o poder de mudar essa história . Queremos que Sergio Moro e Dallagnol sejam presos e paguem pelos seus crimes. Adicionem seus amigos ao grupo e em breve vamos marcar um grande protesto nas ruas em nome da democracia. Juntos Somos Mais Fortes.

Sou a criadora do GRUPO DE APOIO AO JORNALISTA Glenn Greenwald. Somos mais de 230 mil membros e repudiamos os ataques e ameaças que Jair Bolsonaro vem fazendo ao Jornalista. Lutamos pela democracia ,pela liberdade de imprensa e pela justiça.Sergio Moro e Jair Bolsonaro devem respeitar a constituição que assegura a LIBERDADE DE IMPRENSA NO BRASIL. Todos os administradores, moderadores e membros do GRUPO DE APOIO AO JORNALISTA Glenn Greenwald repudiam a ameaça de prisão e o ataque homofóbico que Jair Bolsonaro cometeu no sábado (27/07/2019) contra o Jornalista Glenn Greenwald e o Deputado David Michael Miranda. Lamentável o comportamento de Bolsonaro. Vamos continuar apoiando Glenn Greenwald e a LIBERDADE DE IMPRENSA.

Após publicar diálogos escandalosos, site vem sofrendo ataques de setores defensores da Operação Lava Jato. Reportagens que incomodam poderosos sempre despertam censura.

Após publicar uma série de reportagens que trouxe à tona o que provavelmente seja o maior escândalo jurídico-político da história do país, o site The Intercept Brasil vem sofrendo ataques oriundos de setores defensores da Operação Lava Jato. Alguns já saíram a público para pedir a prisão e a cassação do passaporte do jornalista Gleen Greenwald, diretor do veículo. Há pressões para que o The Intercept divulgue quem é a fonte dos materiais recebidos.

Infelizmente, essas atitudes não são novidade. Reportagens que incomodam e ameaçam poderosos sempre despertam o instinto censor por parte destes setores, que agora fazem ameaças e vão tentar calar o The Intercept e os seus jornalistas.

Os apoiadores da Lava Jato também tentam desclassificar as informações sob o argumento de que os conteúdos foram obtidos por hackers e omitem a possibilidade, talvez até mais provável, de que a fonte das informações possa ser alguém de dentro do sistema de Justiça, do próprio Ministério Público, e que resolveu tornar públicas as violações ao devido processo legal que marcaram toda a Operação Lava Jato.

A atividade jornalística sempre conviveu com um dilema: como equilibrar o interesse público e o direito à informação com a privacidade das pessoas. São inúmeros casos na história do jornalismo em que esses dois direitos foram colocados sob o escrutínio da sociedade. E, não à toa, em muitas vezes, houve dois pesos e duas medidas para avaliar essas situações.

As revelações trazidas pelo site The Intercept estão levantando mais uma vez essa questão e é preciso revisitar condutas, jurisprudências e reafirmar direitos para evitar perseguição política tanto aos jornalistas quanto à fonte das informações.

As reportagens, produzidas pela equipe do jornalista Glenn Greenwald, revelam diálogos desenvolvidos por agentes públicos no âmbito da operação Lava Jato que tiveram consequências fundamentais para os rumos políticos do país. Portanto, de elevado interesse público. Nenhuma informação divulgada tem caráter privado/individual, outro aspecto a ser considerado ao se analisar se houve violação do direito à privacidade.

O The Intercept recebeu os conteúdos de uma fonte que tem todo o direito de ser mantida em sigilo. Direito este previsto no Artigo 5º da Constituição Federal: inciso XIV: e assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.

O sigilo é proteção para o veículo de comunicação e para os jornalistas, mas, principalmente, para a própria fonte, que pode sofrer perseguições trabalhistas, políticas e de todo o tipo por expôr interesses de ordem econômica e política. Sem o sigilo da fonte, direito reconhecido internacionalmente, inúmeros casos envolvendo escândalos públicos e privados nunca teriam vindo à tona.

É fundamental dizer que não há, na legislação brasileira, nenhum dispositivo que tipifique como ilegal a publicação de conteúdos recebidos por veículo de imprensa. Uma vez de posse destes conteúdos, cabe ao veículo analisar as informações e decidir ou não pela sua publicação. Ou seja, o The Intercept não cometeu nenhum crime ao produzir e publicar as reportagens.

O mesmo foi consensuado pelo sistema de justiça e pela sociedade no caso do vazamento dos áudios provenientes de interceptação telefônica entre a então presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Neste caso, no entanto, há o agravante de áudios de caráter privado/individual do ex-presidente também terem sido divulgados, o que à época foi considerado conteúdo de interesse público. Também poderia se argumentar que as comunicações do chefe de Estado são sigilosas e protegidas por questões de Segurança Nacional, o que não é o caso de juízes e procuradores. Ou seja, temos na história recente da política brasileira situações similares que podem ser vistas como uma jurisprudência nestes casos.

Neste momento grave para a política nacional e para o exercício do jornalismo, no qual ocorrem de forma sistemáticas violações à liberdade de expressão no país, nós administradores e moderadores do Grupo de Apoio ao Jornalista Glenn Greenwald reiteramos nosso compromisso com o exercício responsável e ético dos profissionais de imprensa que cumprem um papel fundamental de garantir à sociedade o direito à informação. Consideramos que o The Intercept cumpriu um serviço público ao divulgar as informações a que teve acesso, portanto somos gratos ao Jornalista Glenn Greenwald e a toda equipe do THE INTERCEPT BRASIL..

"A palavra aborrece tanto os Estados arbitrários, porque a palavra é o instrumento irresistível da conquista da liberdade. Deixai-a livre, onde quer que seja, e o despotismo está morto.”

- Rui Barbosa...

Viviane Righetti

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