Raquel Dodge

Intercept faz Raquel Dodge morder a língua

Só rindo mesmo: uma semana após a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reunir-se com Deltan Dallagnol para manifestar apoio a ele e à Lava Jato, o Intercept Brasil revela que o mesmo Dallagnol conspirou contra a mesma Raquel Dodge enquanto a insultava.

10/08/2019 13h27
Por: Redação
Fonte: Blog cidadania

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, convocou reunião com membros da Lava Jato no Paraná e manifestou apoio à operação. A reunião teve participação do coordenador da força-tarefa em Curitiba, Deltan Dallagnol, e do procurador Roberson Pozzobon – ambos citados nas reportagens publicadas pelo site The Intercept Brasil.

A Procuradoria-Geral da República emitiu nota, no mesmo dia afirmando que “A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, não sofreu pressão de qualquer tipo para afastar o procurador Deltan Dallagnol da coordenação da Operação Lava Jato”.

O apoio de Dodge a Dallagnol foi providencial – para ele. Expressou força do enrolado procurador no MPF. Porém, a incrível estratégia de Glenn Greenwald e de seu The Intercept Brasil está TRITURANDO a Lava Jato. Como um boxeador experiente, Greenwald vai atingindo o adversário nos pontos certos para minar sua resistência.

Após várias matérias mostrando a conspiração de Dallagnol e cia. contra o STF, o Intecept atinge um golpe nas costelas da Lava Jato ao minar o apoio da Procuradoria Geral da República aos playboys do MPF de Curitiba.

“Caros. O barraco tem nome e sobrenome. Raquel dodge”. A frase é do procurador Januário Paludo a seus colegas da Lava Jato em março último e é emblemática do péssimo conceito que Raquel Dodge tem entre a turma de  Dallagnol.

Uma das partes mais interessantes do material vazado é quando Dallagnol propõe aos colegas usar a imprensa (qual imprensa?) para pressionar Raquel Dodge de forma “agressiva”. Aí, o indício que veículos de  mídia devem, em breve, aparecer na Vaza Jato em conluio com os abusos da Lava Jato…

Até dá pra imaginar que veículos seriam esses, não é mesmo? 

Seja como for, quem não estava confiando na estratégia de Glenn Greenwald, tem, agora, todos os motivos do mundo para confiar e entender que a pressa, nesse caso, é uma das maiores, senão a maior inimiga da perfeição.

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