Governo Bolsonaro

Bolsonaro e Guedes distorceram dados para justificar reforma da Previdência

Diferente do que alega o governo, a nova Previdência não combate privilégios e o trabalhador mais pobre continuará recebendo salário mínimo, mas precisará contribuir cinco anos a mais para isso

13/09/2019 10h56
Por: Folha
Foto Reprodução
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A reportagem de capa da revista Carta Capital desta sexta-feira (13) revelou que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) manipulou cálculos sobre a Reforma da Previdência para aprovar o projeto. De acordo com análise de uma planilha obtida via Lei de Acesso à Informação, a reportagem concluiu que o trabalhador mais pobre pós-reforma continuará recebendo salário mínimo, mas precisará contribuir cinco anos a mais, ou 33% a mais para isso.

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Anunciada como “A Nova Previdência combate Privilégios”, o governo alegou que haveria redução do subsídio aos aposentados de maior renda, como alguém que trabalhou no setor privado, teve renda média de R$ 11.700,00 e que se aposentou aos 60 anos com 35 anos de contribuição. Esse mesmo trabalhador supostamente receberia benefícios de aposentadoria no valor de R$ 400 mil a mais do que contribuiu, mas a reforma da Previdência o impediria, reduzindo o subsídio para R$ 75 mil.

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