Carnaval

Dependência química não é brincadeira

Conscientize seus amigos para não usar máscaras de Fábio Assunção, por Luiz Henrique Barbudinho

Barbudinho

BarbudinhoLuiz Henrique Barbudinho, é ativista digital e político, especialista em marketing e redes sociais, é um dos administradores de uma das maiores redes progressistas do Brasil, com alcance superior a 60 milhões de usuários ao mês. Ficou conhecido nacionalmente e internacionalmente depois de ter invadido uma transmissão ao vivo da Rede Globo com uma placa chamando a emissora de "golpista".

28/02/2019 14h25Atualizado há 9 meses
Por: Redação

O Carnaval brasileiro é zoeira pura.

Foliões usam as mais variadas fantasias para se divertir entre os blocos e avenidas.

Os assuntos virais do momento são transformados em peças de folia e comercializados durante a maior festa da cultura brasileira.

Fábio Assunção foi a vítima da vez.

A sociedade está expondo o artista que enfrenta uma doença séria, sem se preocupar com os danos que a situação constrangedora podem estar causando. 

 

Existem jovens pobres, de periferia, que enfrentam o problema da drogadição todos os dias e não recebem notoriedade e tampouco assistência e políticas públicas dos governos. Precisa um ator, rico e famoso ter a vida exposta para que a mídia e as redes sociais se sensibilizem com um assunto tão grave e presente no país.

Não é legal brincar com a vida de ninguém que enfrenta problemas sérios como Fábio Assunção, portanto não é adequado utilizar ferramentas que promovam o deboche de um dependente químico. 

Repreenda e converse com quem está passando vergonha vendendo e comprando as máscaras do Fábio.

 
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