Terça, 07 de Julho de 2020
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Geral Fabrício Queiroz

PF faz operação em casa de parentes de Queiroz e procura a mulher de ex-assessor de Flávio Bolsonaro

Márcia Oliveira de Aguiar é considerada foragida da Justiça, e suspeita é que ela tenha usado imóvel para se esconder. Inquérito das rachadinhas apura suspeita de repasse de salários de funcionários da Alerj para o senador à época em que ele era deputado estadual.

23/06/2020 07h59
Por: Redação Fonte: G1
PF faz operação em casa de parentes de Queiroz e procura a mulher de ex-assessor de Flávio Bolsonaro

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e o Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) iniciaram, na manhã desta terça-feira (23) em Belo Horizonte, uma operação na casa da madrinha de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, em busca da mulher dele, Márcia Oliveira Aguiar, que está foragida.

A operação, feita em parceria com o Ministério Público do Rio de Janeiro, ocorre em uma casa no bairro São Bernardo, na Região Norte de Belo Horizonte.

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Queiroz foi preso no começo da manhã de quinta-feira (18) em Atibaia, no interior de São Paulo. No mesmo dia, foi decretada a prisão da mulher dele, Márcia Oliveira de Aguiar, que não se apresentou à polícia e não foi encontrada.

Nesta terça-feira, não houve novo pedido de prisão expedido contra Márcia. No entanto, ela pode ser presa caso seja encontrada durante as buscas. Foram expedidos apenas mandados de busca e apreensão na operação desta terça.

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Casa da madrinha de Queiroz

A casa alvo da operação em Belo Horizonte pertence à madrinha de Queiroz, dona Penha, que morreu neste mês. Agora vivem no local primas e sobrinha do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

A suspeita é que a mulher de Queiroz tenha ido para essa casa. Uma das primas, Kassia, é bem próxima de Márcia e de Queiroz. No início da manhã, promotores conversavam com parentes de Queiroz na casa.

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O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como chefe de uma organização criminosa que atuou em seu gabinete no período em que foi deputado da Assembleia Legislativa do estado (Alerj). Entre 2003 e 2018, ele cumpriu quatro mandatos parlamentares consecutivos.

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