Sábado, 08 de Agosto de 2020
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Geral Gabinete do ódio

Quebra de sigilo liga assessores de Douglas Garcia ao gabinete do ódio

Os documentos relacionam os IPs (espécie de CEP digital) de um auxiliar e dois assessores do parlamentar às publicações.

20/07/2020 10h07
Por: Folha Fonte: DCM
Arquivo web
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A quebra de sigilo no processo que apura suposto “gabinete de ódio” na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) ligou funcionários do deputado estadual Douglas Garcia a ataques a parlamentares do PSL adversários do clã Bolsonaro, e até ao Supremo Tribunal Federal. Garcia é investigado no inquérito das fake news da Corte e foi expulso na última semana do PSL. Os documentos relacionam os IPs (espécie de CEP digital) de um auxiliar e dois assessores do parlamentar às publicações.

O post de ataque ao Supremo foi feito em novembro passado, na página do Movimento Conservador, depois da mudança no entendimento da Corte sobre a prisão após segunda instância, que beneficiou o ex-presidente Lula (PT).

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A foto, publicada no Instagram, dizia “STF vergonha nacional”, com convocatória para uma manifestação contra a Corte. Todos os posts rastreados no processo são entre maio e dezembro passados. As demais publicações atacam deputados do PSL que romperam com Bolsonaro, chamando-os de “caroneiros” e “traíras”. Delegado Waldir (GO) é xingado (“seu bosta”) e Joice Hasselmann chamada de “Peppa Pig”.

(…)

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