Quinta, 04 de Março de 2021
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Geral Mudou de lado

Alvo de bolsonaristas por ter mudado de lado, Sheherazade desabafa: “Chora, gado!”

Veja abaixo

17/01/2021 18h50
Por: Redação
Alvo de bolsonaristas por ter mudado de lado, Sheherazade desabafa: “Chora, gado!”

Rachel Sheherazade já contribuiu muito para a extrema direita que gerou o bolsonarismo com seu discurso “contra bandidos”.

Mas hoje ela mudou de lado.

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E comemorou a aprovação de vacinas detonando os gados fiéis ao presidente.

Escreveu o seguinte no Twitter:

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“Dia histórico! Chora gado! Chorem negacionistas! Chorem soldados do ódio! Chora anjo da morte! Chora Pazuello! Chora Bolsonaro! A ciência venceu! O obscurantismo foi derrotado!”

Comemoração pelo início da vacinação 

A primeira vacinada contra a Covid-19 no país foi a enfermeira do hospital Emílio Ribas Mônica Calazans. Ela foi a vencedora do prêmio Notáveis CNN em 2020 pela sua luta contra o coronavírus.

O nome da primeira imunizada foi revelado pela jornalista Mônica Bergamo e confirmado pela CNN.

O Hospital das Clínicas de São Paulo iniciou a vacinação neste domingo (17) após a aprovação da Coronavac para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

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A vacinação ocorreu durante uma coletiva assim que acabou a reunião da Anvisa. 

Heroína do ano

Ao receber o prêmio Notáveis CNN em dezembro do ano passado, em 2020, Mônica se emocionou. "Eu não sei nem se essa palavra, heroína, cabe a mim. Falo por mim, por todos os profissionais de saúde que ainda estão na linha de frente e aqueles que não estão mais com a gente, que tentaram fazer um trabalho perfeito e foram arrebatados pela doença", disse.

No país com o maior número de enfermeiros vítimas da Covid-19 em todo o mundo, ela falou sobre como tem enfrentado a realidade da pandemia. A equipe da premiação acompanhou Calazans antes de ela saber que receberia o troféu.

"Desde o início, eu estou na linha de frente. Eu tenho hipertensão, tenho diabetes e obesidade. Eu não sei por que eu não tenho medo. Não consigo explicar isso. É uma profissão em que você não pode ter medo", contou a enfermeira.

"Você segura a onda e tem que trabalhar. Você tem que segurar o seu psicológico. Na realidade, você não pode se abalar com tudo o que está acontecendo. Você tem que ser muito forte", diz ela, que já perdeu quatro amigos para a Covid-19.

"Eu me considero vencedora, porque desde o início eu estou me dando de peito aberto para cuidar das pessoas. Eu só tenho a agradecer", revelou a enfermeira.

Ao receber o troféu, Calazans dedicou a homenagem a duas colegas de trabalho e ao filho.

"Quero dedicar a duas pessoas em especial. Uma delas é minha chefe, a Marli, enfermeira do Emílio Ribas. E a outra chefe é a Elizabete, enfermeira do outro hospital em que eu trabalho. Elas foram essenciais na minha vida nesse período. São pessoas admiráveis, pessoas ímpares", contou.

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