Quarta, 22 de Setembro de 2021
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Geral Vacina

Ministro da Saúde diz que há 'excesso de vacinas no Brasil', seis estados estão com falta de imunizante para segunda dose

Há falta, principalmente, de AstraZeneca para a segunda dose. São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e Rio Grande do Norte relatam estar sem estoque do imunizante para completar calendário vacinal da população.

15/09/2021 15h46
Por: Folha
Arquivo Web
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Com a vacinação da segunda dose atrasada em ao menos seis estados, principalmente por falta do imunizante da AstraZeneca, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que há "excesso de vacinas" no país e elogiou o sistema de distribuição do governo federal.

Além de São Paulo, que acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) por conta da ausência de imunizante, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e Rio Grande do Norte também enfrentam problemas para completar a vacinação da população contra a Covid-19.

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"Há excesso de vacina na realidade. O Brasil já distribuiu 170 milhões de doses de vacinas, 210 milhões já foram aplicadas, hoje nós já temos doses pra vacinar todos os brasileiros acima de 18 anos com a primeira dose, agora, naturalmente, há um anseio de avançar, por exemplo, nessa dose de reforço, ou terceira dose, naqueles indivíduos que são mais vulneráveis", disse Queiroga em Guarulhos.

O ministro esteve no Aeroporto Internacional de Guarulhos na manhã desta quarta para um evento de entrega de novo lote de vacinas da Pfizer que serão enviadas aos estados.

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Ao ser questionado sobre o desabastecimento de AstraZeneca, negou que exista algum problema. São Paulo, por exemplo, zerou os estoques e aplica a vacina da Pfizer no lugar da segunda dose da AstraZeneca.

"Precisa acabar com essas narrativas de falta de vacina. Isso não é procedente, o Brasil vai muito bem. O Brasil já é dos países que mais vacinam no mundo", disse Queiroga.

O ministro acusa os estados de terem usado vacinas destinadas à segunda dose para acelerar o calendário. O governo paulista nega e alega atrasos e falhas na entrega de vacinas por parte do governo federal.

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