Terça, 30 de Novembro de 2021
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Geral Michelle Bolsonaro

Michelle quer concorrer ao Senado assim que Bolsonaro desocupar a presidência

Michelle Bolsonaro já tem planos para quando o marido deixar a presidência. Impedida de disputar cargo eletivo enquanto o marido ocupa o Palácio do Planalto, ela aguarda o fim do mandato

25/10/2021 13h33
Por: Folha
Arquivo Web
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Michelle Bolsonaro já tem planos para quando o marido deixar a presidência. Impedida de disputar cargo eletivo enquanto o marido ocupa o Palácio do Planalto, ela aguarda o fim do mandato. A primeira-dama tem dito a aliados que tem tomado gosto pela vida pública.

O cargo cobiçado por Michelle é o Senado, segundo a coluna de Bela Megale no Globo. Os planos são a longo prazo, já que mantém prioridade na reeleição do marido em 2022. Ela quer usar seu trabalho na igreja e sua agenda em ações sociais na eventual campanha.

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Atualmente, além do Pátria Voluntária, ela tem ajudado membros evangélicos do Palácio do Planalto. Ela apoiou a indicação de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo. Também indicou secretárias que trabalham junto de Damares.

Michelle Bolsonaro aparece vestida de palhaça em lançamento de campanha do Governo

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Em solenidade em Brasília, a primeira-dama Michelle Bolsonaro apareceu fantasiada de palhaça. O ato foi uma reunião de lançamento da campanha anunciada pelo governo federal, batizada como “Respeitável Circo”.

O secretário especial de Cultura Mario Frias anunciou ontem (20) o lançamento de uma campanha em prol de grupos circenses itinerantes no país. Em publicação no Twitter, Frias afirmou que os circos são uma área desvalorizada “por não servir ao glamour que movimentava a elite artística que monopolizava as verbas públicas da Cultura”. Na mesma rede social, o secretário escreveu: “O circo tem que ser respeitado. Na minha gestão será prioridade”.

Desde 1991, ano de criação da Lei Rouanet, as artes circenses estão contempladas na política de incentivo à cultura dentro da categoria “artes cênicas”. Proporcionalmente, o setor, de fato, é menos beneficiado que os demais. Mas não porque representa uma fatia menos “glamourizada” das artes, como sugere o secretário.

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